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Que sois Almas,
Resultado de Tramas ou Labirinto de Traumas?
Senhor de Si que se desassenhora pelo prazer do jogo, elegante como um homem de terno, e sem terno,
Fiel em sua crença na dúvida, mas que também não acredita nisso,
Sorri com a dramaticidade medíocre da vida dos homens, sem ser medíocre,
Mas Terno, sem usar terno, sempre apropriadamente,
Quem te fez Homem da Carne, Arquiteto da Mente?
Que os cavalos em teu peito carreguem o Sol pelo Céu.
Para mostrá-lo Infiel e Certo.
Que os seus dentes cravem nas Peles,
E suas palavras nas almas em tardes de terça-feira.
Meu Amigo.
Meu Irmão.
Quando eu morrer, meu Amigo, meu Irmão, saiba que foi meu mestre e foi um presente. Imperecível.
Obrigado meu Pai por toda Luz e toda Glória.
Que seus Olhos e Asas se estendam pelo Infinito.
Belos são teus filhos e filhas. Grande a Sua Misericórdia.
Nobre seu Canto e Silenciosa Tua Voz.
Transbordo hoje Alegria e Reverência.
Que teu Sopro Guie meus irmãos pelos caminhos do Bem.
Que haja Paz no mundo.
te abençôo e bendigo. Grato.
Sempre soube instintivamente que meu problema era Eu.
Nunca confiei, instintivamente, em nenhuma Escola ou Mestre que não ressoasse em meu Coração.
Nunca segui, propositalmente, nenhuma norma de conduta moral externa a mim mesmo.
Sempre soube que o problema era eu, e nunca soube o nome correto dele.
Começo, agora, a desfazer meus nós.
Muitas vezes desativei meu mecanismo de obstrução de Mim.
E nenhuma delas foi duradoura.
Porque eram inexatas.
Confirmo agora tudo o que disse antes, instintiva e temerosamente.
Com o olhar atento, Coração Silencioso e Mente Livre.
Isso não é para vocês, é para mim.
Serenamente…
“Unleash the Silence Fury”.
Esses tempos monótonos e mesquinhos nos quais vivemos,
Tornam os Homens letárgicos e esquecidos.
Àqueles que são mais que amigos, digo:
Que sinto saudade da matilha,
E espero, que em dias de Tempestade,
Estejamos de pé, como irmãos.